– Atuação, juntamente com as empresas, cooperativas, instituições financeiras em questões que vão além da lavagem de dinheiro, corrupção, como:
-Análise de riscos quanto à situação da empresa frente ao cumprimento ou não das principais regras de sua atuação e ao âmbito nacional;
-Revisão e implementação de Programas de Compliance e Políticas Internas;
-Auditorias prévias para a implementação de políticas de compliance visando a conformidade das práticas empresariais à regulação existente;
-Investigações internas para levantamento de incidentes e responsabilização por práticas ilegais;
-Due diligence no momento de contratação com um terceiro;
-Defesa em processos administrativos e judiciais;
-Estruturação do Comitê de Compliance para organizações, dispondo sobre as regras aplicáveis e os cargos recomendados;
-Participação das reuniões mensais do Comitê de Compliance, com o objetivo de estimular o desenvolvimento da inovação.
empresarial ética.
Em organizações privadas – como as grandes corporações – criar mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades, é cada vez mais importante, assim como a aplicação de códigos de ética e de conduta, políticas e diretrizes com o objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos.